quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Rede Wireless
As Redes Wireless estão em constante crescimento. Novas redes são implementadas, com soluções mais rápidas, abrangentes e confiáveis. Até pouco tempo, elas eram caras e poucas pessoas sabiam como utilizar.
Ouvimos muitos casos de empresas pagando milhares de dólares, só para descobrir que o alcance de seu equipamento não era suficiente para seu escritório. Este artigo responde às três perguntas mais comuns de primeiros usuários de redes sem fio: o que devo comprar, o que preciso fazer, e como colocar tudo funcionando junto. Redes Wireless estão em constante progresso, entretanto o princípio básico é o mesmo. Em vez de usar cabos para transmitir informações de um ponto até outro (ou muitos), usa-se sinais de rádio.
A comparação mais próxima que pode ser feita é com um telefone sem fio operando em uma faixa de 2.4GHz. De fato, a tecnologia usada é quase idêntica, e quanto aos benefícios, nem se fala. Com uma rede sem fio um computador ou laptop podem ser movidos em qualquer lugar dentro do alcance da rede sem a interrupção de serviço de rede. Isto significa que se você tiver um laptop, você pode ficar na sua poltrona favorita e acessar a Internet ou acesso sua rede sem arrastar um fio através da sala.
O que Comprar – padrões de rede
Há três padrões principais para as Redes Wireless: 802.11b, 802.11a e 802.11g. Cada padrão tem suas vantagens e desvantagens. Ao selecionar um padrão em rede você deve considerar cuidadosamente suas necessidades em termos de alcance, layout e custos.
802.11B - O tipo de Rede sem fio mais popular é o 802.11b. Tem uma velocidade máxima de 11 Mbps, com um alcance máximo operacional de 100 metros em ambiente fechado e 180 metros em uma área aberta. A distância do ponto de acesso determina diretamente a velocidade da conexão. A 20 metros a velocidade normalmente é de 11 Mbps. Em distâncias entre 70-110 metros a velocidade pode cair para 1 Mbps ou abaixo, causando esporádica perda de sinal, bem como lentidão na conexão. 802.11b opera na popular faixa de freqüência de 2.4GHz. Pode causar problemas com telefones sem fio e fornos microondas em algumas ocasiões.
802.11A Em comparação com 802.11b, 802.11a é mais rápido, porém os equipamentos que utilizam este padrão são normalmente mais caros. Fornece um aumento significativo em termos de velocidade (até 54 Mbps) mas com um alcance operacional menor. Em distâncias superiores a 30 metros há redução na velocidade, mas em alcance menores fica entre 22 e 40 Mbps. Este equipamento utiliza a freqüência de 5.4GHz, que significa mais confiabilidade, especialmente se existirem outras redes sem fio na mesma área.
802.11G Uma nova linha de produtos de fabricantes de rede sem fio combina os conceitos de 802.11a e 802.11b. Conhecida como Tecnologia “G” (802.11g), apresenta a velocidade de um equipamento 802.11a, mas é completamente compatível com as rede 802.11b existentes. É ligeiramente mais barato que a tecnologia 802.11a, mas ainda usa a 2.4 faixa de GHz, então ele pode ainda causar problemas com outros dispositivos. É uma ponte entre 802.11a e b, ao mesmo tempo em que fornece uma versão aperfeiçoada para uma rede “b” existente. O alcance é o mesmo que 802.11b. Este padrão não é compatível com 802.11a.
É recomendável que você adquira todos os equipamentos para sua rede Wireless de um único fabricante. Muitos oferecem soluções integradas que dão maior alcance e velocidade uma vez que todos os componentes usam a mesma tecnologia e boa parte dos processos de verificação e compatibilização podem ser otimizados. Equipamentos das marcas D-Link e LinkSys oferecem essas características, com alguns chegando a desempenho superior aos de redes cabeadas a 100Mbps.
Layout de Rede - De que eu preciso?
A primeira coisa que vamos dar foco é, “O que preciso, exatamente?” Esta pode ser uma pergunta complicada. Muitas pessoas migram para Rede sem fio por sua relação custo-benefício comparada a uma rede cabeada. Em alguns casos uma rede cabeada é cara demais para se instalar. Embora uma rede sem fio tenha bom custo-benefício, há assuntos que precisam ser considerados como alcance de sinal, velocidade de rede e interferência.
Redes Wireless para dois sistemas
Com somente dois computadores, um ponto de acesso não é necessário. Tudo que você precisa é um adaptador de Rede sem fio para cada computador. Este tipo de instalação é chamado Adhoc ou rede ponto a ponto, e pode ser facilmente configurada.
Se você desejar compartilhar uma conexão de internet, você pode usar um proxy para realizar isto. Também, Windows ME, 2000, e XP oferecem recursos de compartilhamento básico de Conexão à Internet embutidos.
Localização
As dimensões físicas da área e o número de computadores que precisam de acesso de rede determinam o tipo de equipamento de Rede sem fio necessário. Se todos os computadores estão em uma área pequena, digamos um escritório não mais do que 40-50 metros metros, com algumas paredes, tudo de que se precisa são: (1) adaptador de rede de Rede sem fio por computador e (1) Access Point Wireless (ou Roteador se uma conexão de banda larga precisa ser compartilhada). Para configurar a rede, instale um adaptador de rede de Rede sem fio em cada computador e ligue o Access Point ou Roteador em uma posição central. O diagrama abaixo explica este conceito em mais detalhes:
Um assunto importante que deve ser tratado quando instalando uma rede de Rede sem fios é a localização e o material de paredes. Paredes podem cortar o sinal de Rede sem fios pela metade, ou até mais. Isto é crucial quando se decide onde colocar o Roteador ou Access Point. No diagrama acima nenhum computador está a mais de 30 metros do Access Point, com poucas paredes para degradar o sinal. Este ambiente é preferível, mas nem sempre possível.
Fatorando o número de PCs
A primeira pergunta a fazer é: Quantos computadores se ligarão a esta rede sem fio? Se você já tiver uma rede cabeada, você precisará criar uma rede Híbrida, que será discutida mais adiante.
Redes Wireless para três ou mais sistemas
Se a rede vai conter mais de dois sistemas então a opção "Ad hoc" não será uma boa solução. Com três ou mais sistemas um "Access Point" ou "Roteador" devem ser utilizados e sempre posicionados em uma localização central (se necessário) com repetidores ou Access Points adicionais para se extender o alcance. Quando trabalhar com redes sem fio, procure utilizar todos os equipamentos de uma única marca! Isso evitará muitas dores de cabeça (e exigirá talvez, menos configurações).
Estudo de Caso:
Instalação de uma LAN de Rede sem fios de quatro computadores
Você tem quatro (4) computadores em sua rede, você não tem conexão de banda larga à Internet e todos os computadores estão a 30 metros de distância um do outro. Para este tipo de rede o seguintes equipamentos serão necessários: (1) Access Point Wireless e (4) Adaptadores de Rede Wireless. Os adaptadores wireless podem ser USB (externa), PCI (interna), ou, no caso de um laptop, PCMCIA. Os adaptadores Wireless USB são o tipo mais versátil nesta situação pelo fato de sua antena poder ser posicionada longe de qualquer obstáculo fornecido pelo PC ou mesmo sua escrivaninha. O desempenho de adaptadores wireless USB e PCI são aproximadamente idênticos, porém em muitas situações um adaptador wireless USB terá uma melhor linha de visão com o Access Point ou Roteador. Quanto melhor a Linha de Visão, mais alta será a velocidade.
Quando comprar equipamento de Rede sem fio lembre-se sempre de certificar-se de que todos seja do mesmo tipo de WiFi. O mais comum é tipo 802.11b, e a maior parte dos equipamento são compatíveis com este padrão. Vamos agora à prática:
Passo 1: Encontre um local apropriado para posicionar seu Access Point
Para encontrar o melhor sinal com menor interferência entre sua mobília e seus dispositivos elétricos, mantenha o "Access Point" cerca de 1,60m de altura. Você pode colocá-lo em uma estante, armário, ou mesmo montá-lo em uma parede.
Advertência: Nunca instale um "Access Point" dentro de um espaço fechado. Isso causa muita degradação de sinal e poderá causar aquecimento do AP. Mantenha-o em uma área aberta, se possível.
Passo 2: Instale os adaptadores de rede Wireless Siga as instruções da instalação para os adaptadores de rede. A instalação é geralmente simples especialmente quando você usa todos os quipamentos do mesmo fabricante.
Passo 3: Teste o sinal e reposicione o AP se necessário Cada adaptador deve ser conectado ao Access Point para que a instalação seja concluida (reinicie o computador). A maioria dos fabricantes de Rede sem fio incluirá um pequeno medidor de sinal com seus adaptadores. Vá para cada sistema e passe alguns minutos observando o medidor para ter certeza de que o sinal é fixo e alto. Se ele oscilar muito talvez você precise mover o "Access Point" para uma distância mais próxima de onde você se encontra. Às vezes alguns centímetros fazem uma grande diferença. A localização ótima de um "Access Point" é aquela onde você consegue a melhor qualidade e força do sinal para todos os computadores.
Misturando Redes Wireless e Cabeadas, uma rede Híbrida
Caso já exista uma rede cabeada e somente alguns computadores precisam conectar por redes sem fio, o processo será semelhante. Quando escolher um "Access Point" ou "Roteador", certifique-se de que eles venham com algumas portas LAN (a maioria tem portas 10/100 embutidos). Eles se tornarão eficazes concentradores na sua rede com um mínimo de configuração. Configure seus computadores da Rede Wireless para acessar o AP ou Roteador, e você terá uma rede híbrida.
Rotear uma conexão em banda larga através de sua rede Wireless é quase exatamente o mesmo que com uma rede cabeada. A maioria de Roteadores Wireless têm uma interface de administração baseada em web-Browser, que premite a configuração da conexão de banda larga e seu compartilhamento através da rede. Conecte seu modem de banda larga à seu roteador Wireless, realize as configurações necessárias e você estará conectado à Internet sem problemas, ou seja, igual a uma conexão por rede cabeada.
Extendendo o Alcance, Layout Avançado de Rede
Às vezes o plano de rede básica não funciona devido ao alcance, obstáculos como paredes e lajes, ou o layout geral do ambiente. Quando isto acontecer existem algumas opções e todas elas possuem vantagens e desvantagens.
Se o alcance precisa apenas extender-se por mais 50 ou 70 metros, um ou mais "Access Points Repetidores" podem ser ligados à rede. Estes pequenos equipamentos funcionam como um Extensor de sinal, permitindo a integração de dois ou mais Access Points em uma única rede. Para configurar este repetidor, você deve conectá-lo à sua rede física através de um cabo Ethernet Categoria 5E antes de configurá-lo. Após essa configuração você poderá movê-lo para seu local definitivo. Os repetidores podem normalmente dobrar o alcance efetivo da rede Wireless, permitindo que mais computadores sejam ligados à rede. Os repetidores podem ser adicionados conforme a necessidade para extender a rede com algumas limitações.
Cabeando mais de uma Rede Wireless
Digamos que precise expandir este sinal para vários andares num prédio, ou que hajam duas ou mais redes sem fio separadas ou que vários repetidores precisariam ser alinhados para cobrir esta distância. Caso isso ocorra, a opção será ligar os "Access points" através de uma rede cabeada. Os repetidores são muito úteis, mas às vezes o cabeamento metálico ou fibra óptica são as únicas opções possíveis. Os princípios básicos de Rede sem fio ainda se aplicam, mas existem algumas mudanças a serem feitas.
O melhor caminho seria instalar todas as redes sem fio separadamente, e assim então, executar o cabeamento para cada um dos Access Points de longo alcance que precisarem ser conectados. Os Access Points exigirão um mínimo de configuração, mas isso não é difícil e sempre vem incluso na documentação técnica do equipamento. Este tipo de configuração se aplica bastante para prédios com vários andares, uma vez que o sinal simplesmente não trafega através deles. O diagrama abaixo mostra um exemplo deste tipo de expansão de Redes Wireless.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Rede Ponto a ponto - Parte 03
Configuração feita apenas na máquina que possui o modem - Para configurar o compartilhamento, vá em “Meus Locais de Rede” e depois clique em “Configurar uma Rede Domestica ou de pequena empresa”, veja figura:
Ao abrir o Assistente clique em Avançar na tela de “Bem Vindo”, na tela de verificação clique em avançar novamente, na tela abaixo selecione a primeira opção e clique em avançar, veja figura:
Na tela selecione a conexão local que será compartilhada:
No próximo passo você devera dar a descrição do computador, veja figura abaix
Na tela seguinte de um nome do grupo de trabalho anteriormente configurad
O Assistente testara e configurara a conexão no passo seguinte, veja tela:
Na tela seguinte ele dará uma opção de criação de um disco para que seja executado, mais como toda a nossa configuração foi e esta sendo feita manualmente selecione a ultima opção “Apenas concluir o assistente; não preciso executá-lo em outros computadores”.
Pronto estará concluído o assistente e a configuração para o compartilhamento do modem.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Rede Ponto a ponto - Parte 02
Será demonstrado agora um melhores e mais usados recursos de uma rede ponto a ponto, o Compartilhamento de Arquivos, Pastas, Disco e Unidades Removíveis.
Em redes ponto a ponto não é possível compartilhar programas, somente arquivos de dados, tais como textos, planilhas, apresentações e arquivos gráficos.
Arquivos de dados não podem ser editados por mais de um usuário ao mesmo tempo. Por exemplo, você não poderá editar um documento de texto ao mesmo tempo em que esse arquivo estiver aberto por outro usuário.
Habilitando o Compartilhamento
Para que o compartilhamento funcione, você terá de habilitar o serviço de compartilhamento de arquivos, conforme foi visto anteriormente o Windows XP instala esse serviço automaticamente.
Com esse serviço habilitado, você deve clicar com o botão direito do mouse sobre o diretório ou disco que você deseja compartilhar, escolhendo a opção Compartilhamento do menu que aparecerá veja figura abaix
Aparecera a janela de configuração de compartilhament Você pode copiar o arquivo ou pasta para os Documentos Compartilhados.
Para compartilhar a pasta você deve marcar a opção abaixo e dar um nome ao compartilhamento.
Após clicar em OK, o compartilhamento estará habilitado. Você verá que o diretório compartilhado será mostrado com uma mão, indicando que ele esta compartilhado.
Acessando os Diretorios Compartilhados
A maneira mais simples de se acessar diretórios compartilhados é através do ícone Meus locais de Rede presente na área de trabalho. Esse ícone também esta presente no Meu Computador. Através desse ícone você pode navegar por todos os diretórios que estão sendo compartilhados na rede.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Redes Ponto a ponto - Parte 01
Como Fazer o Cabo
Uma das pontas do cabo cross-over tem a mesma pinagem da de um cabo de rede comum, apenas a segunda tem dois dos pares invertidos, daí o nome "cross-over", invertido na ponta.A posição dos cabos dentro do conector, para um cabo cross-over, é a seguinte (segurando o conector com o pino virado para baixo, olhando para os contatos):
Antes de instalar o cabeamento, você devera estudar por onde os cabos passarão. Lembrando que você não pode (pelo menos não deveria) passar cabos de rede em tubulações por onde passam fios elétricos. O ideal é você instalar um sistema de conduites especifico para o cabeamento da rede.
Consideramos a Maquina Servidora com Windows XP e a Maquina Cliente com o Windows 98 - Configuração feita na máquina servidora com XP - Veremos agora como Criar, Configurar e Utilizar uma Rede ponto a ponto com o Windows XP, sendo mais conhecida nesse S.O. como Rede Domestica, consideramos que a placa de rede esta corretamente instalada, o cabo Cross funcionando e instalado entre as duas maquinas.
Rede Domestica
Com a rede domestica você pode contar com recursos que vão lhe ajudar em varias tarefas e facilitar ainda mais sua vida, veja porque:
Compartilhar uma única conexão com a Internet. O Windows XP tem um recurso chamado compartilhamento de conexão com a Internet (ICS). Com o ICS, um computador, chamado host ICS, compartilha sua conexão com a Internet com os demais computadores na rede. Compartilhando uma conexão com a Internet, você pode navegar simultaneamente na Web no seu computador enquanto outro micro verifica o e-mail ou utiliza a Internet de alguma outra forma.
Compartilhar uma impressora, um scanner e outro hardware. Você pode ter uma impressora que está conectada a um computador em outra sala. Com a rede doméstica, você pode imprimir nessa impressora estando no seu computador. Não é mais preciso copiar o arquivo para um disco flexível e levá-lo ao computador que tem a impressora.
Compartilhar arquivos e pastas. Quando os computadores estão em rede, você pode, por exemplo, abrir o arquivo do outro computador, fazer alterações e salvar o arquivo no seu micro.
Jogar com vários computadores. Com a rede e o compartilhamento de uma conexão com a Internet, pode-se jogar em computadores separados entre si ou na Internet.
Ao entrar em “Conexões de Rede” você verá a conexão da Rede Local, clique com o botão direito sobre a ela, e vá a propriedades:
Nas Propriedades da Conexão de rede local você verá que o Windows instalada automaticamente o Cliente, Compartilhamento, Agendador de QoS e TCP/IP. Clique em TCP/IP e depois em propriedades, veja figura:
Nas Propriedades do TCP/IP configure o endereço IP com o valor “mágico”, e Máscara de Sub-rede de acordo com a figura:
Para concluir a instalação da rede o Nome de Maquina e se ela pertence a um grupo de trabalho ou a um domínio, para isso existe duas formas: Através do Ícone “Sistema” do Painel de controle:
Clicando com o botão direito em “Meu Computador” na Área de trabalho e depois em propriedades:
Ao aparecer às propriedades do sistema você deve clicar em “Nome do Computador” e depois em “Alterar”, Coloque o Nome do Computador pelo qual sua máquina será conhecida na rede e o nome do Grupo de trabalho a qual os dois micros estão ligados, (como no exemplo abaixo o nome do Grupo de trabalho fica a seu critério escolher mais o Windows recomenda utilizar o nome “MSHOME”) veja figura abaix
Após esses passos será necessário reiniciar a máquina. Após reiniciar, ela devera esta sendo vista pela rede corretamente. Se você configurou os dois micros na rede, então você poderá testar se a rede esta funcionando através do ícone Ambiente de Rede presente na área de trabalho. Através desse ícone você devera “enxergar” as demais maquinas da rede, como mostra a figura abaix
Supondo que a impressora esta instalada na máquina com Windows XP, veremos como habilitar o compartilhamento. Como já foi demonstrado anteriormente a instalação da Impressora pela rede para o micro com Windows 98 e usá-la através da rede não será mais necessário repetir tal processo, servindo o anterior como passo a passo.
Habilitando o Compartilhamento
Para a impressora poder ser usada na rede, deve-se habilitar o compartilhamento para qual impressora se quer que o outro micro tenha acesso, para isso vá em “Impressoras e Aparelhos de Fax”:
Ao abrir selecione a impressora a qual deseja compartilhar e clique com o botão direito do mouse e vá em “Compartilhamento”, veja figura:
Ao Abrir o compartilhamento da Impressora, especifique um nome pelo qual ela será conhecida na rede, e clique em OK e pronto a impressora já esta compartilhada na rede, o próximo passo é instalá-la no outro micro da rede:
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Rede/ Internet
O Agendador de pacotes QoS reserva 20% de sua conexão.
Siga as instruções para liberá-los!
1: Clique em iniciar
2: Executar
3: digite gpedit.msc
4: clique em ok
5: va em do Configuração do Computador / Modelos Administrativos / Rede / Agendador de Pacotes QoS
6: Limitar Largura de banda reservavel
7: marque a opçao ativado e coloque 0%
8: aplicar e ok
9: feche a diretivas de grupo
10: va em painel de controle
11: clique com o botão direito na conexao ativa
12: selecione propriedades
13: na aba geral habilite o agendador de pacotes QoS (colocar aquele cesinho no quadrado) se ja estiver ativo só clique em ok.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Provedor: A Implantação
Mais uma vez lembro que para se ter um bom alcance, os pontos de acessibilidade serão de fundamental importância.
A escolha da região deve estar ligada à configuração e o posicionamento que as antenas assumirão quando estiverem em funcionamento, sendo assim, se na sua cidade tem um ponto que se destaca mais em termos de elevação natural ou mesmo exista alguma torre na qual você possa implantar sua estrutura de comunicação, será mais cômodo e mais fácil para a propagação das ondas de comunicação.
Mas caso isso não possa ser feito naturalmente, será necessário fazer investimentos na montagem de uma torre ou mais torres, que deverão antes de tudo, serem vistas umas pelas outras nos pontos da cidade onde você pretenda alcançar, da estrutura física das torres irão depender também os tipos de equipamentos que você pretende instalar, mas esse será assunto de outro link.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
OpenVPN
Uma VPN (Virtual Private Network, ou rede virtual privada) é, como o nome sugere, uma rede virtual, criada para interligar duas redes distantes, através da Internet. Usar uma VPN permite que você compartilhe arquivos e use aplicativos de produtividade e de gerenciamento, como se todos os micros estivessem conectados à mesma rede local. Você pode até mesmo imprimir em impressoras da rede remota, da mesma forma que faria com uma impressora local.
Antigamente, a única forma de interligar redes em dois locais diferentes era usar linhas de frame-relay. Para quem não é dessa época, uma linha de frame-relay oferece um link dedicado de 64 kbits entre dois pontos (a matriz e a filial de uma empresa, por exemplo), com um custo mensal fixo. Você pode combinar várias linhas frame-relay em uma única conexão, de acordo com a necessidade, o problema nesse caso é o preço. Atualmente, existem outras opções de conexões dedicadas e de conexões de alta disponibilidade, oferecidas pelas operadoras, mas elas ficam fora do orçamento da maioria das pequenas e médias empresas.
Usando uma VPN, você pode obter todos os benefícios de ter uma conexão dedicada entre dois pontos usando conexões via ADSL ou cabo, que são muito mais baratas. Dependendo do volume de uso da rede, você pode tanto utilizar a conexão que já tem quanto utilizar uma segunda conexão apenas para a VPN, evitando assim que o tráfego prejudique a navegação dos usuários. Além de interligar duas ou mais redes, a VPN pode (dependendo da configuração) ser acessada também por funcionários trabalhando remotamente.
Todos dados que trafegam através da VPN são encriptados, o que elimina o risco inerente à transmissão via Internet. Naturalmente, nenhuma VPN pode ser considerada "100% segura", já que sempre existe um pequeno risco de alguém conseguir obter acesso aos servidores, de forma a roubar as chaves de encriptação (por exemplo), mas, em uma VPN bem configurada, o risco é realmente muito pequeno. É muito mais provável que um funcionário descontente sabote a rede interna, ou envie informações sigilosas para fora, do que algum invasor consiga efetivamente obter acesso à rede via Internet.
Nesse tópico, estudaremos como criar VPNs usando o OpenVPN. Além de ser mais simples de configurar que a maioria das outras soluções de VPN e ser bastante seguro e flexível, ele possui versões Linux e Windows, o que permite criar túneis interligando máquinas rodando os dois sistemas sem grandes dificuldades.
Outras vantagens são que ele pode ser usado por clientes conectando através de uma conexão compartilhada via NAT (apenas o servidor precisa de portas abertas) e a boa tolerância contra conexões ruins, ou ao uso de conexões com IP dinâmico. A VPN pode ser configurada para ser restabelecida de forma automática em caso de interrupção na conexão, o que torna o link bastante confiável.
Com relação à segurança, o OpenVPN pode ser configurado para utilizar chaves estáticas, que oferecem um nível mediano de segurança, em troca de uma configuração mais simples, ou para utilizar certificados X509, onde a configuração é um pouco mais complexa, mas, em compensação, a segurança é muito maior (bem superior à da maioria das soluções comerciais). Isso permite que você escolha a melhor relação entre praticidade e segurança de acordo com a situação.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Parâmetros do ADSL
O canal de POTS é dividido do modem digital por filtros, garantindo canal de voz ininterruptos, até mesmo se houver falhas com o ADSL.
As faixas de capacidade do canal de alta velocidade podem ir de 256Kbps a 6.1 Mbps, enquanto a faixa de capacidade das taxas dúplex vão de 16Kbps a 640 kbps.
Cada canal pode ser submultiplexado para formar canais de múltiplas taxas mais baixos dependendo do sistema utilizado.
Os modems ADSL provêem dados de acordo com os padrões norte-americanos e europeus de hierarquias digitais e pode ser comprado com vários alcances de velocidade e capacidades.
A configuração mínima provê 256 Kbps para download e um canal duplex de 16 Kbps, alguns provedores oferecem taxas de 6.1 Mbps de download e 256 Kbps para upload.
Produtos com taxas acima dos 8 Mbps de download e 640 kpbs de upload já existem.
Os modems ADSL acomodarão transporte de redes ATM com taxas variáveis e compensação de overhead gerados nestas redes, bem como redes baseadas nos protocolos IP.
A taxa de passagem dos dados depende de vários fatores, tais como o comprimento da linha de cobre, diâmetro, presença de derivações, e interferência de outros pares.
A atenuação do sinal na linha aumenta com o comprimento e a freqüência, e diminui com aumento do diâmetro do fio.
Ignorando as derivações, o ADSL terá a seguinte performance:
Enquanto a medida varia conforme a empresa, estas capacidades podem cobrir até 95% da planta dependendo da taxa de dados desejada.
Os clientes além destas distâncias podem ser atendidos com um sistema digital baseado em fibras óticas, enquanto estes sistemas de cabeamento ficam comercialmente disponíveis, as companhias de telefone podem oferecer acesso virtualmente presente em um tempo relativamente pequeno.
Muitas aplicações previstas para o ADSL envolvem vídeo comprimido digital, com um sinal em tempo real, e o vídeo digital não pode ter o nível de erro comumente encontrado em sistemas de comunicações de dados.
O modem ADSL incorpora um sistema de correção que reduz dramaticamente os erros causados por ruídos elétricos, além dos presentes nos pares trançados.
O sistema completo pode ser analisado na figura abaixo:
A Velocidade no ADSL
A velocidade de recepção de dados será em média de 4 Mbps até 64 Kbps, e nunca será inferior a 1 Mbps.
A transferência de dados atingirá os 640 Kbps e nunca será inferior à 160 Kbps.
Estas velocidades dependem das restrições geográficas e da opção de serviço a ser contratado junto ao provedor do serviço, no caso, a companhia telefônica.
Essas velocidades são altíssimas se comparadas com os 56 Kbps desenvolvidos pelos melhores modens convencionais.
Uma grande vantagem do ADSL está no fato de que sua velocidade continua a mesma independente no número de usuários conectados no sistema, pois cada usuário possui uma linha dedicada e não irá compartilhar essa linha com mais ninguém.
Podem existir casos em que pode haver redução de velocidade, por isso, devem ser levados em conta as grandes distâncias (não deve ser maior que 4 quilômetros) entre o usuário e a central telefônica, mais de um equipamento acessando Internet na mesma casa, muitos usuários acessando o mesmo serviço ao mesmo tempo, entre outros.
Se 200 usuários estiverem efetuando o download de um arquivo grande ao mesmo tempo, isso causará uma certa lentidão no sistema, mas não será lentidão do ADSL, mais sim do servidor que está disponibilizando o aplicativo naquele instante.
O bom do ADSL é que o sistema também permite a conversa ao telefone ao mesmo tempo em que os dados estão sendo transmitidos através da Internet.
Segundo dados coletados em pesquisa, a voz ocupa apenas 1% do canal, os outros 99% são destinados à rede.
Com todos esses parâmetros o ADSL melhora a utilização de recursos multimídia, vídeo conferência, etc.
Compartilhe o Acesso 3G
Bem, ao ligar era novidade, mas menos de dois minutos depois já tinha acesso 3G, inicialmente não senti muita diferença, meu objetivo maior era saber como fazer para compartilhar o acesso a internet.
Compartilhar é simples, principalmente a internet, compartilhar o carro, compartilhar arma e compartilhar mulher não é coisa boa não, dinheiro então, nem se fala, mas compartilhar a conexão 3G com os amigos pode ser feita através do modo Wireless do próprio notebook, é simples e fácil de fazer e nem precisa gastar mais nada, nem um access point 3G será necessário, afinal, você já comprou o modem e a placa wireless você já tem no seu notebook e nem usa a placa wireless para conectar.
Quando você utiliza uma conexão 3G (claro, Tim, vivo), é criada uma conexão dial-up no windows, você navega até as propriedades dessa conexão e marca na última aba que vai compartilhar a conexão com a conexão sem fio.
Para as coisas funcionarem certinho, deve ser criada uma conexão ad-hoc em sua placa wireless, é preciso especificar um IP para placa de rede sem fio e estará feita a configuração, quem estiver por perto, inimigos e amigos vão achar o seu computador nas redes disponíveis, eles não precisam configurar para ter um IP fixo, é só procurar por redes disponíveis e conectar.
Na questão segurança, você pode incluir uma senha wep, mas inicialmente, para não ficar complicado não coloque a senha, depois, quando você já tiver acostumado com a nova idéia, então coloque uma senha para permitir só aqueles que são aqueles que você deseja compartilhar a conexão 3G.
Quando eles se conectarem, vão se conectar com um IP na mesma faixa que foi especificado para sua placa de rede wireless e navegarão usando a conexão à internet 3G da sua máquina.
domingo, 7 de junho de 2009
Padrões LAN Sem Fios
Sabendo que iam ficar presos ao comprar do mesmo fabricante, os clientes potenciais de redes sem fios viraram para tecnolias mais viradas a protocolos.
Em resultado disto, surgiu o desenvolvimento de redes sem fios que não existia em larga escala, e era considerado um luxo, pois só estava ao alcance das grandes empresas com grandes orçamentos.
O único caminho para redes LAN sem fios (WLAN - Wireless Local Area Network) ser geralmente aceita era se o hardware envolvido fosse de baixo custo e compatível com os restantes equipamentos.
Reconhecendo que o único caminho para isto acontecer era se existisse um protocolo de redes de dados sem fios.
O grupo 802 do Instituto de Engenheiros da Eletrônica e Eletricidade (IEEE -Institute of Electrical and Electronics Engineers) aceitou o seu décimo primeiro desafio.
Porque uma grande parte dos membros do grupo 802.11 era constituído de empregados dos fabricantes de tecnologias sem fios, só que existiam muitos empurrões para incluir certas funções na especificação final.
Isto acabou atrasando o progresso da finalização do protocolo 802.11, mas também forneceu um protocolo rico em atributos ficando aberto para futuras expansões.
No dia 26 de Junho em 1997, o IEEE anunciou a retificação do protocolo 802.11 para WLAN, e desde então, o custo associado ao desenvolvimento de uma rede baseada no protocolo 802.11 tem despencado, até eu pude comprar alguns equipamentos para redes sem fio.
Febre de Redes Wireless
É claro que não se pode esquecer daqueles que desejam compartilhar a internet com seus vizinhos mais próximos, ou até quem sabe, emitir sinais a distâncias maiores, podendo ser por hobby ou até por necessidade.
Para instalar e gerenciar mesmo que seja uma pequena rede wireless, é preciso ter alguma noção de como instalar e ativar uma rede wireless, saber como fazer a configuração de roteadores, saber pelo menos um pouco sobre segurança e gerenciamento de acesso.
Esse texto aborda informações bem básicas, mas acredito que servem perfeitamente para empresas com estrutura operacional pequena ou até média, e serve também aos usuários domésticos e de condomínios.
Antes de pensar em distribuir sinal, devem ser analisadas as necessidades para determinar quem será o provedor de serviços de internet, saber qual o pacote de serviços, saber qual a velocidade de download, a velocidade de upload, e devem ser levados em conta a quantidade de usuários que terão acesso ao sinal.
Deve-se ter muita atenção no que diz respeito a assinatura de um plano de acesso à internet com um provedor de acesso à internet, seja por companhia telefônica, TV a cabo ou qualquer outro meio de acesso, deve ser observado que os planos de acesso possuem duas velocidades e que devem ser levadas em conta, é a velocidade de download e a velocidade de upload.
A velocidade de download geralmente dá o nome ao serviço, como exemplo, turbo 600 da brasiltelecom refere-se a velocidade com que os dados que vem do provedor até o modem de banda larga.
Toda vez que um e-mail é recebido, cada vez que uma página de internet é carregada, cada vez que um vídeo é assistido, cada vez que uma música é escutada, antes da execução do arquivo, é necessário que o arquivo seja "baixado" para o computador, ou seja, é feito o download do arquivo de um servidor na internet para seu computador.
Toda vez que um e-mail é enviado, toda vez que uma nova página em HTML, PHP, ASP ou outro em outro formato é publicada, quando o MSN ou o Skype é usado para enviar mensagem para alguém, está "subindo" arquivos do computador para a internet, é o mesmo que dizer que está sendo feito um upload.
O que existe de fato, é que nas casas é normal serem feitos mais download de arquivos, ou seja, é preciso prestar atenção na velocidade nominal de download.
Nas empresas, é costumeiro exigir mais velocidade de upload, isso é devido devido ao envio de e-mails com anexos, que geralmente são grandes, e enviados com muita frequência, e claro, existem outras necessidades.
A quantidade de usuários, também deve ser considerada, não importando se seja em residência ou na empresa, mas sempre tendo connhecimento da atividade que será desenvolvida através da internet, é óbvio que quanto maior for a velocidade do sinal melhor será o desempenho do sistema.
Resumindo, um sinal de 1 méga bytes por segundo (1 mbps) de download e um sinal de 1 méga bytes por segundo (1 mbps) de upload, pode ser usado com tranquilidade num ambiente de 50 usuários.
Depois de ter escolhido qual o plano de acesso que será utilizado, é hora de comprar o material, e o material deve escolhido de forma que sejam equipamentos que sejam de qualidade e sejam confiáveis, mesmo porque, uma rede tem que prestar serviço de acesso com estabilidade e segurança.
Como Surgiu o e-Mail
Os sistemas de e-Mail foram uma ferramenta crucial para a criação da rede internacional de computadores.
O primeiro sistema de troca de mensagens entre computadores que se tem notícia foi criado em 1965, e possibilitava a comunicação entre os múltiplos usuários de um computador do tipo mainframe.
Apesar da história ser um tanto obscura, acredita-se que os primeiros sistemas criados com tal funcionalidade foram o Q32 da SDC e o CTSS do MIT.
O sistema eletrônico de mensagens transformou-se rapidamente em um e-Mail em rede, permitindo que usuários situados em diferentes computadores trocassem mensagens.
Também não é muito claro qual foi o primeiro sistema que suportou o e-Mail em rede.
O sistema AUTODIN, em 1966, parece ter sido o primeiro a permitir que mensagens eletrônicas fossem transferidas entre computadores diferentes, mas é possível que o sistema SAGE tivesse a mesma funcionalidade algum tempo antes.
A rede de computadores ARPANET fez uma grande contribuição para a evolução do e-Mail.
Existe um relato que indica a transferência de mensagens eletrônicas entre diferentes sistemas situados nesta rede logo após a sua criação, em 1969.
O programador Ray Tomlinson iniciou o uso do sinal @ (aroba) para separar os nomes do usuário e da máquina no endereço de correio eletrônico em 1971.
Considerar que ele foi o inventor do e-Mail é um exagero, apesar da importância dos seus programas de email: SNDMSG e READMAIL.
A primeira mensagem enviada por Ray Tomlinson não foi preservada, era uma mensagem anunciando a disponibilidade de um e-Mail em rede. A
A ARPANET aumentou significativamente a popularidade do correio eletrônico.
Modem ADSL em Ação
Em sua casa ou na sua empresa, o modem ADSL instalado no computador se conecta a uma linha de telefone analógica ou linha de telefone digital por padrão.
Um modem ADSL tem um chip chamado "POTS Splitter" que divide a linha telefônica existente em duas partes, uma parte para voz e uma parte para dados.
Na parte de dados, o sinal é dividido novamente, e outro chip no modem, chamado "Channel Separator", divide o canal de dados em duas partes: uma parte maior para download e uma parte menor para o upload de dados.
Na caixa da central telefônica, conectada através dos fios, que deve ter no máximo em torno de 5 quilômetros existe outro modem ADSL localizado na central da companhia telefônica.
Este modem também tem um "POTS Splitter" que separa os chamados de voz e de dados.
As chamadas de voz são roteadas para a rede de comutação de circuitos da companhia telefônica (PSTN - Public Switched Telephone Network) e continua pelo seu caminho como de costume.
Os pedidos de dados que vem do PC passam do modem ADSL ao multiplexador de acesso à linha de assinante digital (DSLAM - Digital Subscriber Line Access Multiplexer).
O DSLAM une as muitas linhas de ADSL em uma única linha ATM (Asynchronous Transfer Mode) de alta velocidade que fica conectada a Internet por linhas com velocidades acima de 1Gbps.
E de e volta para o computador, os dados antes solicitados retornam da Internet e são roteados de volta através do DSLAM e o modem ADSL da central da companhia telefônica chegando novamente ao seu PC.
Os Protocolos 802.XXx
Na introdução dos protocolos, primeiro veio o 802.11, sendo seguido pelo 802.11b.
A seguir veio 802.11a, que fornece até cinco vezes a capacidade de largura de banda do 802.11b.
Agora com a grande procura de serviços de multimídia, vem o desenvolvimento do 802.11e.
Cada grupo listado a seguir tem como objetivo acelerar o protocolo 802.11, tornando-o globalmente acessível, não sendo necessário reinventar a camada física (MAC - Media Access Control) do 802.11.
O grupo 802.11d concentra no desenvolvimento de equipamentos para definir 802.11 WLAN para funcionar em mercados não suportados pelo protocolo corrente, pois o atual protocolo 802.11 só define operações WLAN em alguns países.
O grupo 802.11f concentra-se em desenvolver Inter-Access Point Protocol (Protocolo de acesso entre pontos), por causa da atual limitação de proibir roaming entre pontos de acesso de diferentes fabricantes, este protocolo permitiria dispositivos sem fios passar por vários pontos de acesso feitos por diferentes fabricantes.
O grupo 802.11g trabalha para em conseguir maiores taxas de transmissão na banda de rádio 2,4GHz.
O grupo 802.11h trabalha no desenvolvimento do espectro e gestão de extensões de potência para o 802.11a do IEEE para ser utilizado na Europa.
A camada física do 802.11b utiliza espalhamento espectral por seqüência dircta (DSSS - Direct Sequence Spread Spectrum) para transmitir em qualquer um dos 14 canais na freqüência de 2,4 GHz da banda de radio para fins Industriais, Científicos ou Emergências Médicos (ISM), como detalhe, os Estados Unidos só permitem 11 canais e a Europa permite 13 canais e o Japão só tem um canal reservado para o 802.11 a 2,483 GHz.
Atuamente existem vários dispositivos que competem para o espaço aéreo no espectro de 2.4 GHz.
Infelizmente a maior parte que causam interferências são comuns, como por exemplo, o forno microondas e telefones sem fios.
Uma das mais recentes aquisições do 802.11b é do novo protocolo Bluetooth, desenhado para transmissões de curta distância.
Os dispositivos Bluetooth utilizam espalhamento espectral por salto na freqüência (FHSS - Frequency Hopping Spread Spectrum) para comunicar entre eles.
Devido a grande procura por mais largura de banda e o número crescente de tecnologias que opera na freqüência de 2,4GHz, foi criado o 802.11a para WLAN para a ser utilizado nos Estados Unidos.
Utilizado como uma atualização do protocolo 802.11b, o 802.11a fornece uma largura de banda de 25 a 54 Mbps no espectro dos 5 GHz.
A banda de 5 GHz ainda é muito pouco utilizada, atualmente a probabilidade de interferência é reduzida, mas isto pode a vir a alterar-se porque é uma parte do espectro que não requer licença.
O 802.11e do IEEE fornece melhoramentos ao protocolo 802.11, sendo também compatível com o 802.11b e o 802.11a.
Os melhoramentos incluem capacidade multimídia feito com a possível adoção da funcionalidade de qualidade de serviços (QoS - Quality of Service), como também melhoramentos em aspectos de segurança.
Isto significa aos ISP's a capacidade de oferecer vídeo e áudio à ordem (on demand), serviços de acesso de alta velocidade a internet e Voz sobre IP (VoIP - Voice over Internet Protocol).
Ao cliente final permite multimídia de alta fidelidade na forma de vídeo no formato MPEG2, e som com a qualidade de CD, e a redefinição do tradicional uso do telefone utilizando VoIP.
QoS é a chave da funcionalidade do 802.11e, ele fornece a funcionalidade necessária para acomodar aplicações sensíveis a tempo com vídeo e áudio.
As Redes Wireless
Wireless é caracterizada por qualquer tipo de conexão para transmissão de informação sem a utilização de fios ou cabos.
Uma rede sem fio é um conjunto de sistemas conectados por tecnologia de rádio através do ar, e pela facilidade de instalação e de uso, as redes sem fio estão crescendo cada vez mais, por isso, o Ibytes não vai ficar olhando as coisas acontecerem, também o assunto wireless terá seu espaço aqui no Ibytes.
Dentro do modelo de comunicação wireless, enquadram-se várias tecnologias, como Wi-Fi, InfraRed, bluetooth e Wi-Max.
O controle remoto de sua televisão ou do seu aparelho de som, seu telefone celular e uma infinidade de outros aparelhos que trabalham com conexões wireless, cada qual com um tipo de tecnologia, mas pelo fato de ser sem fio, é wireless.
Nas categorias das redes wireless, existem vários tipos de redes que são redes locais sem fio ou WLAN, redes metropolitanas sem Fio ou WMAN, redes de longa distância sem Fio ou WWAN, redes WLL, e o novo conceito de redes pessoais sem fio ou WPAN.
As aplicações de rede estão dividas em dois tipos, as aplicações indoor (interno) e aplicações outdoor (externo).
De maneira bem simples, se a rede necessita de comunicação entre dois ambientes, a comunicação é realizada por uma aplicação outdoor, e um exemplo de uma aplicação outdoor é a de dois prédios de uma mesma empresa.
Com isso podemos entender da seguinte maneira: a comunicação dentro de cada um dos prédios é do tipo indoor, e a comunicação entre os dois prédios é do tipo outdoor.
As Placas Wireless
Existe atualmente no mercado de informática uma enorme variedade de placas wireless que ficaria impossível citar detalhes e características sobre cada uma delas, vou citar apenas a marca que reúne as características básicas necessárias para uma boa instalação e também tem um custo médio acessível, tomo como base minha experiência no assunto.
Eu prefiro o modelo de placas D-link, especialmente o modelo D-Link Air DWL 520.
O adaptador DWL-520 pode operar tanto em redes Peer-to-Peer (ponto a ponto) configurado em modo ad-hoc sem a necessidade de um Access Point ou em modo de infraestrutura utilizando um Access Point.
Se a conexão for através de access point, o adaptador DWL-520 pode estar conectado a um Gateway sem fio para ter acesso a Internet de grande velocidade.
As placas DWL são de instalação simples e tem custo atrativo, por isso é uma ótima opção para pontos clientes que podem ser instalados sem muita perda de tempo.
O software dessa placa wireless alia a facilidade de instalação ao bom desempenho operacional, muitos provedores via rádio utilizam esse equipamento por mais um motivo, a conexão da antena é feita através de um conector SMA reverso, isso possibilita a esse tipo de conexão maior confiabilidade e menor possibilidade de apresentar problemas.
Independente do tipo de placa, no ato da instalação da placa no equipamento do cliente, deve-se ter atenção para detalhes que normalmente passam despercebidos, sim, é isso mesmo, são muitos detalhes e está tudo nas instruções, ou no manual, mas quem lê o manual antes da instalação?
Poucos sabem de uma característica das placas DWL que é a necessidade da instalação do driver que a acompanha antes da instalação física da placa, isso quer dizer que antes de “espetar” a placa no computador do cliente, deve ser feita a instalação do CD de instalação, como se a placa já estivesse colocada fisicamente dentro do equipamento cliente ponto cliente, existem possibilidades ne nem mesmo funcionar se não forem seguidos os procedimentos indicados no manual.
Definições Wireless
IEEE 802.11b é um padrão de rede sem fio criado pelo Institute of Electrical and Electronics (IEEE - Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos).
Modo Ad Hoc
O modo Ad-Hoc permite que dispositivos sem fio comuniquem-se diretamente uns com os outros, eliminando a necessidade de um Ponto de acesso ou qualquer conexão a uma rede conectada, o Modo Ad Hoc também é chamado de modo ponto-a-ponto (peer-to-peer) ou IBSS (independent Basic Service Set).
SSID
SSID significa Service Set Identifier, é simplesmente o nome da rede conectada ao Ponto de acesso.
BSS ou Estação-base
Quando um Ponto de acesso é conectado a uma rede conectada e a um conjunto de dispositivos sem fio, isso é intitulado de Basic Service Set (BSS - Estação-base), uma Extended Service Set (ESS) é um conjunto de duas ou mais BSS que formam uma única sub-rede.
ID de ESS
O ID de ESS (ID de Extended Service Set) é uma identificação atribuída ao Ponto de acesso ao qual a placa CompactFlash Wi-FI se conecta, dispositivos sem fio conectando-se a um Ponto de acesso precisam usar o mesmo ID de ESS, o ID de ESS é constituído de até 32 caracteres e faz distinção entre maiúsculas e minúsculas.
DHCP (Protocolo de Configuração Dinâmica por Host)
O protocolo de configuração dinâmica por host (DHCP) é um procedimento seguido por computadores em uma rede para indentificarem uns aos outros e certificarem-se de que a informação é transferida corretamente.
Modo Infra-estrutura
No modo infra-estrutura, a rede sem fio é formada de pelo menos um ponto de acesso conectado à infra-estrutura da rede conectada e um conjunto de estações finais sem fio.
Endereço IP Os computadores e outros dispositivos de rede em uma rede recebem um número de identificação usando o Protocolo de Internet (Endereço IP).
Endereço MAC
Endereço MAC (Media Access Control) é um endereço físico de hardware que identifica um Ponto de acesso, uma placa Wi-Fi ou qualquer outro dispositivo na rede.
Criptografia WEP
WEP (Wired Equivalent Privacy) é um protocolo de segurança para redes locais sem fio (WLANs) definido no padrão 802.11b, o WEP foi criado para proporcionar o mesmo nível de segurança que um LAN conectado.
Limite de RTS (Pedido de Transmissão)
O limite de pedido de transmissão (Limite de RTS) é uma consulta para permitir a transmissão de dados a um Ponto de acesso, a habilitação desta opção evita que dados de dois dispositivos sem fio cheguem no Ponto de acesso ao mesmo tempo, pois caso duas transmissões sem fio chegarem juntas no ponto de acesso, os dados de ambas as transmissões serão perdidos.
Quando os dados chegam juntos, existiu uma colisão de transmissão, esse tipo de problema acontece quando dois dispositivos sem fio estão dentro do alcance do mesmo Ponto de acesso, mas não dentro do alcance um do outro, na verdade, eles estao ocultos um do outro.
Quando o Limite de RTS é habilitado, o dispositivo sem fio envia uma mensagem de Pedido de Transmissão ao Ponto de acesso antes de transmitir os dados, o Ponto de acesso responde com uma mensagem Pronto para Enviar (CTS - clear to send) para o dispositivo sem fio, confirmando o período de tempo reservado para a transmissão.
Ao mesmo tempo, o Ponto de acesso envia para todos os outros dispositivos sem fio ao alcance para cancelar momentaneamente a tansmissão.
A definição padrão para o Limite de RTS é Desabilitado, pois habilitar o Limite de RTS sobrecarrega a rede e com certeza irá afetar negativamente o seu desempenho.
Limite Frag. Fragmentação é usada para melhorar a eficiência na transmissão de grandes arquivos (pacotes) por uma rede sem fio, quando o Limite Frag. estiver Habilitado, arquivos de grande porte serão divididos antes de serem transmitidos e serão reunidos no Ponto de acesso, o valor de fragmentação pode ser definido de 256 a 1500.
A Velocidade no ADSL
A velocidade de recepção de dados será em média de 4 Mbps até 64 Kbps, e nunca será inferior a 1 Mbps.
A transferência de dados atingirá os 640 Kbps e nunca será inferior à 160 Kbps.
Estas velocidades dependem das restrições geográficas e da opção de serviço a ser contratado junto ao provedor do serviço, no caso, a companhia telefônica.
Essas velocidades são altíssimas se comparadas com os 56 Kbps desenvolvidos pelos melhores modens convencionais.
Uma grande vantage do ADSL está no fato de que sua velocidade continua a mesma independente no número de usuários conectados no sistema, pois cada usuário possui uma linha dedicada e não irá compartilhar essa linha com mais ninguém.
Podem existir casos em que pode haver redução de velocidade, por isso, devem ser levados em conta as grandes distâncias (não deve ser maior que 4 quilômetros) entre o usuário e a central telefônica, mais de um equipamento acessando Internet na mesma casa, muitos usuários acessando o mesmo serviço ao mesmo tempo, entre outros.
Se 200 usuários estiverem efetuando o download de um arquivo grande ao mesmo tempo, isso causará uma certa lentidão no sistema, mas não será lentidão do ADSL, mais sim do servidor que está disponibilizando o aplicativo naquele instante.
O bom do ADSL é que o sistema também permite a conversa ao telefone ao mesmo tempo em que os dados estão sendo transmitidos através da Internet.
Segundo dados coletados em pesquisa, a voz ocupa apenas 1% do canal, os outros 99% são destinados à rede.
Com todos esses parâmetros o ADSL melhora a utilização de recursos multimídia, vídeo conferência, etc.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Erros em Conexões ADSL
O processo de correção é realizado através da adição de redundância as informações transmitidas através de um algoritmo predeterminado.
Cada bit é importante e utilizado em uma complexa função de muitas informações de bits originais.
As duas principais categorias de codificação e bloqueio são FEC convolucional e a codificação.
Os bloco de códigos trabalham em blocos de tamanho fixo de bits ou de símbolos de tamanho predeterminado, enquanto que o código convolucional trabalha sobre bit ou símbolo de uma série de comprimento arbitrário.
Cyclic Redundancy Check (CRC Errors) também é um método de detecção de erros na transmissão dos dados, o CRC é a informação enviada dentro de um bloco de dados que é controlada pela recepção a fim de verificar se todos os dados foram recebidos corretamente.
Uma quantidade alta de CRC por si só, não é motivo para alarme, mas, qualquer aumento substancial de erros CRC após a primeira conexão é compreendida como um problema, e normalmente é chamada a atenção para um problema físico em algum lugar entre o modem e os DSLAM.
Header Error Check (HEC Errors) é erro de Controle cabeçalho (HEC), é algoritmo para verificar e corrigir um erro em uma célula ATM utilizando o quinto octeto no cabeçalho da célula ATM.